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Japão agora permite a entrada de excursões em grupo não guiadas.

O Limite diário de visitantes no país aumentou, passando de 20 mil

Desde ontem (7), o Japão passou a permitir a entrada de turistas em grupos não guiados. Os visitantes que viajam com pacotes turísticos devem aderir a itinerários definidos pelas agências de viagens e não poderão sair explorando o destino de forma individual. As regras, anunciadas pelo primeiro-ministro do país, Fumio Kishida, são mais rigorosas do que as impostas em lugares como Austrália, Cingapura e Reino Unido.


Outra medida adotada pelo Japão foi o aumento do limite diário de visitantes, que passou de 20 mil para 50 mil. No ano passado, o país recebeu 246 mil visitantes estrangeiros, número que não chega nem perto do recorde de 31,9 milhões registrado em 2019.


Com o anúncio da flexibilização nas restrições, companhias aéreas e hotéis estão ansiosos para recuperar o volume de negócios que perderam durante a pandemia. Os poucos estrangeiros que entraram no país no ano passado gastaram 120 bilhões de ienes (US$ 866 milhões). Em 2019, eles gastaram 4,8 trilhões de ienes, ou quarenta vezes mais, segundo a Agência de Turismo do Japão.


As ações relacionadas ao Turismo subiram após o anúncio de Kishida, com as companhias aéreas do Grupo ANA Holdings Inc. fechando a sessão da manhã em Tóquio com alta de 2,9% e a Japan Airlines com alta de 3,4%.


Na semana passada, Kishida também determinou o fim da exigência de os turistas apresentarem resultado negativo em testes de Covid-19 para entrar no país, contanto que os viajantes tenham recebido três doses de vacina. Enquanto a exigência de teste está sendo relaxada, ainda há a questão dos vistos de entrada. Atualmente, a fronteira do Japão está aberta apenas para pessoas com nacionalidade japonesa, bem como para aqueles com vistos de Turismo de longo prazo e pré-emitidos. Por enquanto não houve nenhuma alteração nas restrições de visto que colocam uma barreira alta para entrar no país.

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