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Parque Nacional do Iguaçu receberá investimento de R$ 600 milhões.

Consórcio Urbias Cataratas investirá mais de 600 milhões na ampliação e modernização do Parque.

A Urbia Cataratas S.A., consórcio formado entre o Grupo Construcap e o Grupo Cataratas, assinou junto ao governo federal o contrato de concessão destinado à operação dos serviços turísticos do Parque Nacional do Iguaçu, que abriga a queda d’água na fronteira do Brasil com a Argentina. O consórcio formado entre as duas empresas levou o leilão de concessão por 30 anos ao oferecer R$ 375 milhões de outorga ao governo federal, ágio de 350% em relação ao lance mínimo, de R$ 83,4 milhões.


“Nosso projeto foi inspirado nas principais experiências mundiais e nosso objetivo é transformar o Parque Nacional do Iguaçu em um parque de natureza referência mundial, promovendo o Turismo e o desenvolvimento econômico da região aliados à educação ambiental e às melhores práticas ESG”, afirmou o CEO do Grupo Cataratas, atual gestor do contrato, Pablo Mórbis.


Com isso, a Urbia Cataratas S.A. é a responsável pela prestação dos serviços públicos de apoio à visitação, revitalização, modernização, operação e manutenção dos serviços turísticos no Parque Nacional do Iguaçu, incluindo o custeio de ações de apoio à conservação, proteção e gestão. A empresa, criada com proposto específico (SPE), passa a ser a concessionária responsável pela gestão dos 95.602 hectares, correspondente às áreas de uso público, e o investimento na ampliação e modernização do Parque será de mais de R$ 600 milhões.


“Esse contrato é um marco em investimento em ativos naturais brasileiros, que vai proporcionar melhorias na experiência dos visitantes, com respeito integral à flora e faunas locais, além de contribuir para aumentar a competitividade do Turismo brasileiro internacionalmente”, afirmou o presidente do Grupo Construcap, Roberto Capobianco.


Entre os investimentos previstos estão um novo sistema de transporte, o qual passará pelas principais estações, novo teleférico mobilidade ativa com a requalificação de trilhas, ciclofaixas e demais modais que permitam maior imersão do usuário com a natureza, implementar serviço de alimentação, atividades aquáticas como SUP, caiaque para todos os visitantes e embarque e desembarque em barco motor à combustão para conduzir o visitante até a marina que será construída fora do parque.


O plano de transição operacional tem previsão de início da operação a partir de dezembro de 2022.


Fonte Original: Panrotas - 19/07/2022 18:50 | Victor Fernandes

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